Strawberries and peaches
   :: 1 + 1= 3 ::

E então eis que em 2016 encontro-me em "um estado interessante". Entrei no 5º mês e tudo ainda é muito estranho. As sensações e até mesmo a falta de algumas sensações. Não estou emotiva, não fico passando a mão na barriga, tampouco "conversando com o bebê". Minha gravidez não tem melodramas, somente questionamentos: será que fiz a coisa certa? Será que serei uma boa mãe? Darei conta do recado? Os diversos sintomas estão mais do que presentes: enjôos, prisão de ventre, cólicas intestinais, dores pelo corpo e uma das mais terríveis: a AZIA. Tudo junto e ao mesmo tempo, e sem esquecer as oscilações de humor: a TPM permanente. Me sinto muito sozinha e sem ter com quem conversar....têm sido dias difíceis e confusos. Mas todo mundo diz que o presente que aparece depois dos 9 meses responderão a todos os meus questionamentos e sensações atuais.

Daqui a alguns dias, saberei se esse "bolinho" que está "assando e crescendo" dentro de mim, é um menininho ou uma menininha. Enfim!!!



Escrito por Sunshine às 14h34
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   :: Oh céus ::

Primeiro post do ano!! Não quero começar com chorumelas, mas eu como uma bela garota "enxaqueca", fica impossível fingir que estou em um comercial de margarina...

No trabalho, a crise chegou firme e forte, acabou o contrato da Executora e aquele volume de trabalho (e horas extras) nos finais de semana, dormindo 3h/noite e trabalhando de madrugada, se transformaram em 8 horas na internet (no escritório) sem ter muito o que fazer....e eu, acelerada do jeito que sou, é como se estivesse com um punhal em meu peito (não sou nem um pouco dramática, OK?). Essa inconstância, incerteza, tem me deixado melancólica...tenho trabalho, mas sinto um vazio, não sei para onde vou, o que vou fazer....no momento, to em cima do muro, apenas obervando as jogadas, e isso é o que posso fazer no momento....mas isso atravanca as minhas futuras ações: academia, filhos, etc.



Escrito por Sunshine às 11h09
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   :: RETROSPECTIVA 2015 ::

Acho que devo ter feito isso uma ou duas vezes no máximo em quase 12 anos de blog, mas vamos lá:

Janeiro – passei a virada como anfitriã pela primeira vez, desde que a minha sogra, cozinheira de mão cheia, sofreu um AVC. E tive a companhia do meu sobrinho mais amado desse mundo – o Bibinho (apelido que a minha mãe colocou nele, que não tem muito sentido, mas que pegou e a gente usa até hoje).

Fevereiro – comecei a trabalhar em outra linha (região de Francisco Morato), e a minha vida ficou mais complicada, digo o trajeto entre ir e vir. Fiz uma trilha legal – Trilha da Serra do Mar + Trilha do Perequê (só que as duas juntas foi nível hard). E, para finalizar, teve o batizado do filho da minha melhor amiga da facul, achei que fosse ser a madrinha (olha o recalque), mas tudo bem!!!

Março – Corrida Disney Princess Magic Run 7km – corrida legal. Fui doar sangue e foi o mês da apresentação do curso de especialização da POLI/USP, foi o mês mais tenso e que me deu mais dor de barriga deste universo....kkkkkk.

Abril – Férias. Desta vez, tirei 30 dias e realizei um grande sonho: conhecer Machu Picchu, no Peru foi o AUGE da vida neste ano. E conhecer um pouquinho de Bogotá (Colômbia), cidade que me surpreendeu positivamente, pois eu tinha uma imagem de país f****, cheio de traficantes, Pablo Escobar (pois é, fui preconceituosa) e que na verdade é seguro, limpo, com uma grande preocupação com a qualidade de vida da população. Cusco foi a cidade que eu moraria sem pestanejar; La Paz tem um quê de bagunça generalizada, pobreza extrema e falta de higiene, mas cada cidade conquistou um pedacinho da minha admiração, apesar de tudo. Como a nossa viagem foi meio que um mochilão (visitamos bastante cidades por 3 países) não daria para descrever cada coisa, então é melhor destacar algumas coisas não usuais como ver neve em Chacaltaya, na Bolívia, visitar muitos templos incas no Peru; andar de teleférico em La Paz; passar muito mal com a altitude da Bolívia; fazer uma trilha em altitude acima de 3800 m; ver o lago Titicaca, o mais elevado do planeta; visitar as ilhas flutuantes de Puno, no Peru; comer bem em Lima; visitar praias de pedra e ver o Pacífico, entre outros. Chegando desta viagem ainda emendamos alguns dias em Ubatuba, a minha praia favorita. Enfim, foi muito legal esses quase 20 dias viajando e o resto das férias tentei colocar a casa em ordem.

Esse mês ainda teve a Corrida dos Vingadores – 7 km e a colação de grau da minha irmã.

Maio – Furtaram o meu Iphone no metrô, tudo bem que eu vacilei, mas isso sempre me chateia.

Junho – Assisti a um jogo da seleção brasileira de futebol no Alllianz Park, o jogo foi ruim pacas, mas conhecer o estádio foi show. Corremos a MIzuno Half Maraton 21 km (eu e o meu maridón) e percebemos que estamos ruim das pernas. Teve a Virada Cultural e encontramos o Alex Atala e tiramos fotinho com ele.

Julho – A entrega do certificado do curso da POLI. Até hoje fico olhando esse certificado e não acredito! Fui a Campos do Jordão. Exposição do Macanudo (de um artista argentino que amo, o Liniers) e do Kandinsky. Trabalhando em muitos finais de semana.

Agosto / Setembro – Fui pra Analândia, na casa de campo da minha cunhada e lá é sempre terapêutico. Níver do maridón e a galera veio toda no restaurante dele comemorar.  E, pra finalizar, teve o Circuito das Estações 5 km.

Outubro – Corrida M5K do Mc Donalds, já é a terceira vez que participo e esse ano foi no Ibirapuera e corri junto com uma amiga. Fui na exposição da Frida Kahlo, no Instituto Tomie Ohtake com a minha amiga do colegial (pois é, sou dessa época). Fui a outra exposição muito boa, chamada Comciência, de Patrícia Piccinini. Comecei a fazer outro curso na firma, o problema é que o professor é português de Portugal, e ninguém entendia quase nada do que ele dizia.

Novembro – Corrida Rolling Stones Music & Run 10km – corrida com uma garoa e depois ainda teve 2 shows muito bom: da banda cover dos Beatles Hey Jude e dos desbocados do Ultrage a Rigor. Outra corrida foi a Star Wars Run 7km – com essa febre em cima da estreia do novo filme, foi muita gente correr e choveu demais, a corrida inteirinha debaixo de chuva, mas foi divertido demais. O meu niver meio que passou em branco, não comemorei e nem fiz nada, mas me autopresenteei com muitas coisas.

Dezembro – Chegou e eu nem percebi. Dezembro é um mês em que a gente fica preocupada em comprar presentes, ajeitar a casa e eu trabalhei muito nos finais de semana. Fui ao cinema e assisti Star Wars – o despertar da força. AMEI o filme. Ganhei uma bicicleta de cross country e passamos o Natal e alguns dias completamente off-line em Analândia, onde estreei a minha bicicleta e to toda roxa....hahaha.

A passagem de ano vai ser em casa com os meus sogros e a primeira loucura que vou fazer é correr novamente a São Silvestre esse ano.



Escrito por Sunshine às 09h43
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   :: Voltei ::

Tanto tempo sem escrever por aqui....nem sei por onde começar. Mês passado, o Charlie (meu lhasa apso fofo) completou 5 anos e é engraçado o quanto eu amo esse bichinho e fico imaginando como era a minha vida sem ele!!

Trabalho tá na mesma, só estou trabalhando em bastantes finais de semana, num horário bem tosco (entro as 4/5h da manhã) diminuí bastante as corridas: ando com dores no joelho e to indo na nutricionista.

Com relação á alimentação, dei uma bela diminuída no pão e no 1º mês de acompanhamento, perdi quase 4 quilos...que não voltaram, mas depois disso, nenhuma outra perda (sai de mim, BACON). Também não ando praticando nenhuma atividade física e os suplementos que a nutri receitou (tudo naturais e caréssimos) não surtiram efeito.

Fora isso, marido continua com o restaurante, apesar dessa crise. Agora tenho uma diarista que me trouxe paz de espírito (TOC feelings) e quando dá, nos finais de semana, vou curtir alguma exposição por Sampa.



Escrito por Sunshine às 11h37
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   :: 30 dias ::

Férias - 30 dias, não lembro a última vez que tirei tudo isso de dias. Desta vez, não queria mais voltar ao trabalho. Viajei (Colômbia, Peru e Bolívia), conheci lugares que eu nunca imaginaria conhecer (Machu Picchu), marido foi comigo e ele é a melhor companhia pra se viajar no mundo. Ao mesmo tempo que foi muito, mas muito legal, foi extremamente cansativo, pois foi meio que um mochilão; mudávamos muito de cidade, andamos muito de ônibus (síndrome do pânico feelings), mas durante a viagem, a gente só queria saber de aproveitar ao máximo. Chegando em casa, entrei em desespero em arrumar a casa (acho que ando meio neurótica com isso) e a preocupação de cuidar dos meus meninos o tempo todo. Enfim, peguei bode do trabalho (hahahaha), peguei bode de estudar (acabei de terminar a especialização pela USP) enfim, to nessa vibe de que tudo cansa!



Escrito por Sunshine às 19h32
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   :: Changes ::

Esse ano foi um tanto estranho; muitos projetos abandonados (oi, blog): corrida, estudos, etc., e a  sensação de "misfit", de não me encaixar em lugar algum, forte dentro de mim. Amigas tendo filhos, felizes e eu olho pra mim e não me vejo mãe, feliz ou realizada! Isso é estranho, eu sei bem. Tenho um trabalho legal, uma casinha gostosa, o cachorro mais lindo e fofo deste mundo (te amo, Charlie), mas nada consegue preencher o buraco que sinto dentro de mim. Procurei ajuda médica - agora ando tendo crises de síndrome do pânico - começo a passar mal, principalmente no ônibus, mas não vejo melhora!! Não sei o que fazer!!!



Escrito por Sunshine às 21h18
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   :: New York e mais uma perda ::

Mais de mês sem escrever...shame on me.

Tive as férias dos sonhos - fui passar 7 dias em New York com uma amiga. Foi MARAVILHOSO. Apaixonar-se por New York é clichê, mas é a mais pura verdade. Me identifiquei completamente, achei o povo extremamente cortês e educado (com algumas exceções, é claro). Fui muito "cortejada", mas não é do jeito agressivo e sexual como os brasileiros fazem - eles são galanteadores: diziam que eu estava linda, que eu tinha lindos olhos, etc...esse tipo de "xaveco" me deixava sem graça, mas muito feliz; completamente diferente dos "cavalos" de São Paulo, que apelam pra vulgaridade e que às vezes, tenho vontade é de dar tiro em neguinho.

Os pontos turísticos seguros e super organizados. Comi muita salada e como há variedade de saladas e temperos. Um dos pontos mais emoionantes, pra mim, foi quando visitamos o Grand Central Terminal, não sei pq, mas milhares de coisas passaram pela minha cabeça: terminais são pontos de encontros e desencontros. Consegui visitar quase tudo do meu roteiro pré-estabelecido; mas não estava presa a ele, e sim, às minhas vontades!

Vi uma peça da Broadway, comi hot-dog em frente ao Museu de História Natural, enlouqueci no MET, vi quadros dos meus artistas favoritos (vide Van Gogh) no MOMA; vi a estátua da Liberdade e fiquei impressionada com o tamanho dela....hihihi, me perdi no labirinto maluco que é o metrô de Nova Iorque, sentei no Bryant Park e vi esquetes de musicais da Broadway; subi o Top of the rock e congelei de emoção; comi pela primeira vez uma costela e me apaixoneu pelo sabor; fui em uma MAC e fui tratada como uma princesa; comi o brownie mais gostoso da minha vida e me acabei na Times Square. Tenho milhares de lembranças que me fazem sorrir e sonhar em um dia voltar a viver esse sonho; pois isso foi o que Nova Iorque é para mim: UM SONHO!!!

Voltei pro Brasil com um deslumbre, uma cabeça completamente diferente: você percebe a diferença brutal de cultura, cidadania e principalmente EDUCAÇÃO!!!

Aqui em São Paulo, principalmente, acho as pessoas muito individualistas, sem educação e respeito ao próximo.

Agora to sonhando com o meu próximo destino.

A coisa triste é que enquanto estava viajando, minha vózinha foi internada em Recife e acabou falacendo alguns dias depois que voltei de Nova Iorque. Ela era a minha única vózinha, agora não tenho mais ninguém. Sofri muito, chorei, mas uma coisa que tenho é a consciência limpa: desde que meu pai se foi, ajudava a minha avó mensalmente - mesmo quando fiquei desempregada, nunca deixei de enviar a minha ajudinha, que com certeza, fazia diferença e ajudava em algumas despesas. E, na medida do possível, ia visitá-la - fui vê-la ano passado, ela já estava bem ruinzinha mesmo e sabia que seria a última vez que a veria. Mas mesmo assim, pra mim é muito difícil aceitar. Sofro muito e às vezes sinto que não fiz o suficiente: que falhei!!! Não adianta: a gente nunca se conforma com a perda.

E ultimamente, ando muito introspectiva: bate uma tristeza persistente e intensa que parece que tira as minhas forças! Essa tristeza suga as minhas forças e às vezes, me entrego completamente á ela; outras vezes; travo uma batalha vencida. Não sei como lutar, mas tento!!!



 



Escrito por Sunshine às 10h07
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   :: E o ano começa de novo ::

Bom, eu praticamente larguei tudo para assistir aos jogos da Copa. Não tem jeito, futebol está no nosso DNA. Nunca acreditei na Seleção Brasileira, era uma das poucas céticas do meu círculo social - cheguei ao ponto de mentir só para não ser chamada de anti-Brasil. CLARO que queria que a nossa seleção fosse pra final, mas com o "futebolzinho" que apresentou, até achei que foi longe. Agora, aquela derrota vergonhosa pra Alemanha, por esta, até eu não esperava! Enfim, Alemanha merecidamente Tetra-Campeã Mundial. E adeus Copa...adeus sair mais cedo do trabalho, adeus turistas no trem e metrô...e volta pra realidade.

Ontem, caminhando pelo Shopping, vimos que a blusa da Seleção, que antes custava mais de 200,00, sendo vendida por 100,00. Morri de rir. Esta é a hora!

Mudando de assunto, semana que vem, vou correr uma corrida pela empresa que eu trabalho: Corporate Run. O ruim é que estou há 1 mês e meio sem treinar, sabe quando bate aquela vontade de não fazer nada? Pois é, to nessa vibe!! Queria sair, mas não consigo. Tava querendo ir na Decahtlon comprar pesinhos, colchonetes para pelo menos fazer alguma coisa em casa...

Ahwww como isso é ruim...e para piorar, to com uma mega gripe, desde semana passada, que tem me impedido de fazer qquer coisa.

Oremos!!!



Escrito por Sunshine às 10h46
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   :: Copa do Mundo no Brasil 2014 ::

Ontem, dia dos namorados, começou a Copa do Mundo FIFA aqui no Brasil (yeah!). Ainda acho estranho uma coisa tão grandiosa estar acontecendo no "meu território". O bom é que foi feriado aqui em Sampa, então foi um dia muito calmo. Assisti a Cerimônia de Abertura na casa da sogra (não consegui comprar um mísero ingresso: tentei pelo sorteio, compra direta no site...nada funcionou!). Achei a cerimônia muito rápida e sem graça. Nós brasileiros somos tão criativos e contratam uma belga pra se responsabilizar no planejamento de uma cerimônia é no mínimo estranho! Mas tudo bem. Depois surgem Claúdia Leitte (over exposure), Jennifer Lopez e Pitbull (quem??) para cantar uma música que não entendi uma frase (não emplacou). O jogo da seleção - Brasil x Croácia - foi difícil - fizemos o 1º gol (contra....kkkkk) e depois passamos alguns sufocos - um pênalti inexistente. Mas o que importa é que ganhamos - 3x1. A cidade, pelo menos no centro, onde trabalho, está repleta de turistas, cornetas barulhentas pra tudo quanto é lado, boas energias. Mas não senti aquela sensação que tinha quando criança - a alegria de pintar a rua - aliás, pouquíssimas ruas pintadas, casas decoradas, sabe, mesmo a Copa sendo aqui não senti aquela alegria. Muito em parte por medo do mico iminente, da falta de planejamento, das coisas entregues "nas coxas", enfim, fico feliz por passarmos pelo 1º dia sem grandes vexames.



Escrito por Sunshine às 15h53
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   :: Sumo e volto ::

Percebi que faz muito tempo que não apareço por aqui. Faço rascunhos mas não ando escrevendo coisas coerentes, sei lá....ás vezes não consigo expressar muito claramente os meus sentimentos. Ando triste, sem vontade de fazer muita coisa. O restaurante do marido vai bem, obrigado. Mas agora sinto falta de tê-lo pertinho de mim, convivendo comigo e com o Charlie, coisa que não tem acontecido. Ele sai de casa (na vdd, eu saio antes) e só vou vê-lo depois da meia-noite. Perdemos qualidade de vida. E estamos desgastando um pouco a nossa união...tento ajudar, mas cobranças não funcionam muito bem.

Com a dedicação do marido exclusiva ao restaurante, ninguém nos convida mais para programa nenhum...sacks!!

Mês passado, corri a minha primeira corrida e voltei a fazer academia. A corrida foi meio trágica, já que fiquei com dores na virilha e nas costelas. Não corri legal e demorei quase 1 hora pra correr míseros 8 km. Só faltava isso: uma coisa que me dava prazer não me dar mais.

A minha pouca alegria é o meu cachorro carinhoso, fofo, amigo e verdadeiro. O Charlie é a melhor terapia que poderia ter. Amo ele demais.



Escrito por Sunshine às 19h11
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